Depois de termos recolhido e seleccionado a informação que se julgou importante para o desenvolvimento de cada tema, chegou o momento em que cada grupo vai apresentar ao resto da turma os aspectos que considera mais importante do seu trabalho.
Vamos utilizar os nossos "posts" neste blog para ajudar na apresentação.
No final de todas as apresentações faremos uma síntese e uma avaliação geral dos trabalhos.
Até amanhã! Boas apresentações!!! :-)
Os profs FSL e JPG
Ola, sou a Ana Deysielle da turma 8ºd da escola secundaria c/ciclo dr. bernardino machado
estou a fazer um trabalho sobre a eliminaçao da biodiversidade - extinçao das especies.
para começar escolhi este video:
A eliminaçao da biodiversidade – A extinçao de especies.
O que é extinção ?
Desaparecimento completo de uma espécie animal ou vegetal por falta de adaptação às mudanças ambientais. Essas alterações podem ser causadas por processos naturais ou interferência humana. Estima-se que o número total de espécies no planeta varie de 5 milhões a 30 milhões. De acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), cerca de um quarto delas corre o risco de extinção até a metade do próximo século. Entre os animais ameaçados estão 11% das espécies de aves e 25% das de mamíferos. No Brasil - país de maior diversidade biológica do mundo, segundo o Worldwatch Institute (EUA) -, onde vivem cerca de 15% a 20% do total de espécies do planeta, 300 animais e vegetais encontram-se em perigo de extinção.
Causas e conseqüências
O extermínio de espécies acontece naturalmente desde o surgimento da vida na Terra. Entre suas principais causas estão os processos de desertificação, as glaciações e alterações na atmosfera provocadas por atividades vulcânicas ou meteoros. Calcula-se que 95% das espécies que já existiram na Terra desapareceram. Esse processo acontecia a um ritmo de, aproximadamente, uma espécie extinta a cada 13 meses. Hoje, segundo a UICN, são cerca de 5 mil espécies por ano, ou 13,7 por dia. Só na Indonésia, país recordista em destruição da biodiversidade, some uma espécie por dia. Isso acontece, sobretudo, pelo aumento da degradação ambiental - como a poluição das águas, dos solos e do ar , pelo desmatamento e pela contaminação do meio ambiente por radioatividade e agrotóxicos.
Uma das conseqüências da extinção das espécies é o desequilíbrio das cadeias alimentares. Com a redução do número de animais carnívoros, por exemplo, há proliferação de herbívoros, o que pode aniquilar alguns tipos de vegetal.
Espécies ameaçadas
Entre os animais em risco no planeta estão o elefante africano, o cervo da Tailândia, o panda gigante da China, o cavalo selvagem da Europa Central, o bisão (boi selvagem) da França, e a baleia-azul. Também correm risco espécies vegetais como as orquídeas de Chiapas, no México, e algumas bromélias do continente americano e da África.
Ola, sou a Ana Deysielle da turma 8ºd da escola secundaria c/ciclo dr. bernardino machado
estou a fazer um trabalho sobre a eliminaçao da biodiversidade - extinçao das especies.
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Causas de extinção
Praticamente todas as extinções atuais são causadas pelo homem em diversas formas: perda e fragmentação de habitat, poluição, mudança de clima, introdução de espécies não nativas, caça, pesca e outras formas de uso intensivo .
Perda e fragmentação de habitat é a maior ameaça para mamíferos, aves e plantas, afetando 83% de espécies ameaçadas de mamíferos, 89% das ameaçadas de aves e 91% das ameaçadas de plantas. Desflorestamento é a forma mais danosa que elimina praticamente todas as espécies existentes na área com efeitos imediatos. Florestas estão sendo perdidas pela colheita de madeira e para conversão de áreas para agricultura, cidades, rodovias e outros propósitos. Florestas tropicais são ecossistemas mais ricos em biodiversidade mas hoje estão sendo destruídas com ritmo crescente no mundo inteiro, especialmente no Amazonas e na Ásia do Sul, principalmente pela colonização para agricultura de subsistência. As causas fundamentais são o aumento contínuo da população e a dificuldade de integração social, sendo plantio em terras novas única opção de sobrevivência para uma parte do povo. Mesmo nas partes de florestas que permanecem, a sua fragmentação pode inibir movimentos de animais e limitar a população. Florestas isoladas tornam se efetivamente ilhas, levando eventualmente a extinção de algumas das espécies.
Terras molhadas como brejos e lagos têm sido secadas e convertidas em terras cultivadas, cidades e outros usos. Minas de diversos recursos também causam perda de florestas, erosão de terra e poluição dos rios, levando a perda de habitat.
Nos oceanos e em regiões litorâneas também, o habitat está sendo destruído para construção de casas, marinas, hotéis e outras instalações; conversão de manguezais para piscicultura; pescaria com dinamite em recifes corais; e outras formas de alteração. Manguezais, pântanos, baias, estuários e outras zonas litorais são criadouros de peixes e outros seres aquáticos e a sua destruição afeta diretamente a população destas espécies.
Introdução de espécies não nativas foi uma das causas principais de extinção pelo homem no tempo histórico, como mencionado anteriormente. Além de animais predadores e plantas invasoras, insetos e vetores de doenças também podem causar distúrbios em ecossistemas. Este fenômeno continua intensificando no mundo inteiro devido à globalização de comercio, viagens e navegação. Plantas e frutas importadas podem estar acompanhadas por insetos e vetores de doenças. Comércio de animais vivos, carne e outros produtos podem trazer doenças. Grandes navios atravessam oceanos levando água do mar de um local para outro, introduzindo animais e plantas não nativos.
Espécies introduzidas podem afetar ecossistemas de diversas maneiras. Elas podem tornar-se predadores que matam espécies nativas rapidamente até a extinção. Elas podem se multiplicar sem controle, consumindo mais que a vegetação local possa produzir. Sendo a vegetação normalmente a base de toda a biosfera, a sua destruição causará um colapso do ecossistema, levando eventualmente a uma nova composição mais simples. Plantas introduzidas podem competir por espaço, nutrientes e recursos minerais, levando em casos severos à eliminação de espécies nativas e à modificação do ecossistema inteiro. Insetos e vetores de doença podem se espalhar explosivamente em novos ambientes na falta de predadores naturais ou imunidade.
Caça, pesca e outros abusos são uma ameaça séria para pássaros (37% de todas as espécies), mamíferos (34%), plantas (8% das espécies avaliadas), répteis e peixes marinhos. Como mencionado anteriormente, há diversos casos de extinção de mega-fauna pela caça intensiva, como mastodonte, moas (Nova Zelândia) e pássaro elefante (Madagascar). Atualmente diversos animais estão ameaçados pela caça para alimento de povos locais (exemplos: gorila e outros macacos) e comércio de alguns órgãos (elefante, tigre, rinoceronte, tubarão) ou captura para comércio no mercado internacional de animais de estimação. Referente a plantas, diversas espécies de árvores de dezenas ou centenas de anos de idade estão sendo cortadas para o mercado de madeira nobre. Em diversos locais tradicionais de pesca comercial, a safra é diminuída e os tamanhos de peixes são menores. Recifes corais são locais de alta biodiversidade mas estão sendo prejudicadas pela pesca com dinamite e cianeto.
Poluição ameaça principalmente animais. Casos bem conhecidos incluem a esterilização de lagoas no norte da Europa pela chuva acida, pássaros mortos por comidas contaminadas com resíduos de inseticidas, herbicidas e outros compostos tóxicos, ovos inférteis de pássaros com casca fina que quebra facilmente, e anfíbios com deformações congênitas. Poluição dos oceanos por rejeitos sólidos também está causando mortes de animais, tais como pássaros e golfinhos mortos em redes de pesca descartadas e tartarugas com sacos plásticos no estomago. Plantas também são afetadas. Por exemplo, árvores em florestas foram enfraquecidas ou até mortas pela chuva acida que danifica as folhas e diminui nutrientes no solo .
Mudança de clima. Cada espécie vive num nicho com características bem definidas, tais como temperatura, umidade, nutriente, espécies em volta e insolação. O aumento de temperatura devido ao efeito estufa causará mudanças de condições ambientais globais com muitas conseqüências na biosfera. A precipitação pode mudar, deixando certas regiões mais úmidas e outras mais secas. Zonas climáticas com dada faixa de temperatura sobem nas montanhas e migram na direção aos pólos. É previsto um aumento de 1,5 a 4,5 ºC da temperatura média global nos próximos cem anos. O nível do mar é previsto a subir cerca de 45 cm e modificará as condições nas zonas litorais. Espécies existentes nas montanhas podem perder seu habitat e desaparecer. Florestas precisam migrar a uma velocidade de 3-5 km por ano e sua composição também será afetada . Quando a temperatura da água na superfície do mar sobe alguns graus os corais em recifes perdem a alga simbiótica que fornece nutrientes e, se a condição permanecer, os corais eventualmente morrem .
Efeitos de extinção
Apesar da intensa discussão e preocupação mundial sobre a extinção de espécies, não haverá efeitos imediatos que a maioria das pessoas poderão ver ou sentir, exceto alguns casos como um colapso de pescaria de uma espécie popular ou o desaparecimento de um animal ou pássaro simbólico. Porém, ao longo prazo, pode ser prevista uma série de conseqüências contrárias ao interesse do homem.
Talvez a conseqüência mais fundamental seja uma mudança das condições físico-químicas da Terra. Seres vivos criaram as condições atuais, tais como o oxigênio no ar e a temperatura adequada, por meio de absorção de gás dióxido de carbono e de foto-síntese. A ciência mostra que houve mudanças de clima na história da Terra como altas temperaturas e eras de gelo. Estas mudanças podem ser iniciadas por uma pequena variação de um parâmetro como aumento da concentração atmosférica de gases do efeito estufa, aumento de precipitação, perda de florestas e algas marinhas que absorvem o dióxido de carbono. Pesquisas recentes indicam que, além das variações climáticas bem conhecidas, houve cerca de 700 milhões de anos atrás vários ciclos de climas extremos na Terra, inclusive fase de congelamento total até das zonas equatoriais e fase de altas temperaturas [8]. Mudanças na biosfera podem causar um ciclo vicioso que inviabiliza a continuação da civilização global.
Muitas espécies são úteis como fontes de remédios, alimentos, combustíveis, materiais para construção, e matéria prima para a fabricação de móveis e outras utilidades [1]. Globalmente entre 10.000 e 20.000 espécies de planta são usadas na medicina. Plantas utilizam a energia solar para produzir materiais sólidos e são a base de toda a cadeia de alimento. As plantas de grãos cultivadas atualmente foram criadas a partir de espécies selvagens. Hoje a maioria do cultivo de grãos é de mono-cultura de grande escala susceptível a doenças ou surto de pragas. Os materiais genéticos nas espécies selvagens são reservas de segurança no futuro contra estas possibilidades. Em alguns países em desenvolvimento e em certas regiões no norte, animais selvagens são fontes de alimento, roupa e renda. Cerca de 100 milhões de toneladas de peixes e outros frutos do mar são colhidos anualmente, suprindo uma parte considerável de alimentos no mundo.
A biodiversidade é uma fonte de prazer e satisfaz necessidades da mente humana. Como Rachel Carson descreveu, primavera sem o canto de pássaros será triste e desoladora. Fotografias de manadas de animais na savana da África ou na região norte do Canadá dão uma sensação de milagre de vida. Muitas pessoas acham companhias em animais e diversos povos no mundo inteiro adotaram animais como suporte espiritual nas suas religiões. Flores e outras plantas ornamentais são necessidades diárias e fontes de conforto espiritual. A extinção de espécies diminui o valor intrínseco da natureza.
Sabe-se totalmente a origem da poluição dos oceanos. O pior dos problemas é o enorme despejo de esgoto maltratado e de efluentes industriais, sem qualquer preocupação com as possíveis consequências. 85% dos bilhões de toneladas de material poluente despejados anualmente nos oceanos provêm dos continentes. 90% desse material permanece na área costeira, criando sérios problemas ambientais e de saúde.
O aumento da temperatura média do planeta vai ter muitas consequências para a vida na terra.
Para além dos efeitos mais directos, como a expansão térmica das águas do oceano, a diminuição das calotes polares e dos glaciares, este aumento de temperatura vai alterar o equilíbrio do planeta, pois vai passar a existir mais energia na atmosfera terrestre.
Mais de 70% da superfície terrestre encontra-se coberta por água e, a grande maioria, corresponde às águas marinhas. Por isso, os nossos mares e oceanos são um importante recurso vital e deveríamos velar pelo seu bom estado de saúde. Infelizmente, a poluição marinha afecta hoje todo o mundo e, embora o oceano seja um meio de grandes dimensões e capaz de absorver uma grande quantidade de descargas poluentes, chegará um dia em que se esgotará a sua capacidade de autodepuração e então será impossível fazer marcha atrás.
As consequências das chuvas ácidas
Para a Saúde
A chuva ácida liberta metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem contaminar os rios e serem inadvertidamente utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.
Nas Casas, Prédios e demais edifícios
A chuva ácida também ajuda a corroer alguns dos materiais utilizados nas construções, danificando algumas estruturas, como as barragens, as turbinas de geração de energia, etc.
Para o meio ambiente
Lagos
Os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito das chuvas ácidas, pois podem ficar totalmente acidificados perdendo toda a sua vida. A chuva ácida provoca clareiras, matando algumas árvores de cada vez. Podemos imaginar uma floresta, que vai sendo progressivamente dizimada, podendo eventualmente ser até destruída.
Agricultura
A chuva ácida afecta as plantações quase da mesma forma que as florestas, no entanto a destruição é mais rápida, uma vez que as plantas são todas do mesmo tamanho e assim, igualmente atingidas pelas chuvas ácidas.
Esta imagem é o exemplo vivo do efeito das chuvas ácidas.
Estas provocam a desertificação e são provenientes da poluição atmosférica.